segunda-feira, 19 de março de 2018

Pista 5

Olá pessoal.

Nessa etapa do Caça ao Tesouro descobrimos as três últimas partes que compõem o Plano de aula.

São elas:


V - MATERIAL DIDÁTICO NECESSÁRIO: (Filmes? Contos? Coletâneas? Leituras? Poemas? Dicionários? Internet? Pesquisa?).

VI - AVALIAÇÃO: DESCREVER COMO AS ATIVIDADES SERÃO AVALIADAS; REGISTRO PROCESSUAL DOS AVANÇOS E DIFICULDADES DOS ALUNOS.

VII - OBSERVAÇÕES



Exemplo:


V - MATERIAL DIDÁTICO NECESSÁRIO: (Filmes? Contos? Coletâneas? Leituras? Poemas? Dicionários? Internet? Pesquisa?).
Nesta aula usaremos: internet, caderno, lápis ou caneta.

VI - AVALIAÇÃO: DESCREVER COMO AS ATIVIDADES SERÃO AVALIADAS; REGISTRO PROCESSUAL DOS AVANÇOS E DIFICULDADES DOS ALUNOS.
 Os alunos serão avaliados por meio da produção escrita sobre a visita online que fizeram ao museu. Será analisado se eles conseguiram identificar os elementos constituintes e geradores da indepedência.

VII - OBSERVAÇÕES
Essa aula será ministrada no laboratório de informática.

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Maravilha. Vamos para a última etapa? 

Nessa última etapa vocês precisam descobrir o seguinte: no Centro de Educação os professores se organizam em grupos de pesquisa, de acordo com as temáticas que estudam e desenvolvem pesquisas e orientações.

Por exemplo, o prof. Fernando Silvio Cavalcante Pimentel participa do grupo de pesquisa TICFORPRO(Grupo Tecnologias da Informação e Comunicação na Formação de Professores Presenciais e a Distância). Cada grupo tem uma sala, onde esses professores se reunem ou fazem atendimentos aos seus orientandos. A sala do TICFORPROD é a sala 208 do CEDU.

A próxima e última pista está na sala ao lado da sala do grupo que estuda sobre educação infantil. Descubra qual a sala do grupo de educação infantil (GEPPECI). A pista está na sala ao lado!







segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Estudos para reavaliação

Prezados alunos,

dando seguimento à nossa disciplina, informo aqui os procedimentos de estudos para a reavaliação.

Inicialmente informo que a REAVALIAÇÃO ocorrerá no prédio da Coordenadoria Institucional de Educação a Distância (CIED), no horário de 14 às 16h. O prédio fica atrás da COPEVE, na Ufal.

A temática da reavaliação já estudamos, que são as possibilidades didáticas de uso das tecnologias, que vocês estudaram e apresentaram em seminário. Porém, o foco será as "possibilidades de uso das tecnologias da informação e comunicação para o planejamento e a avaliação do ensino".

Além dos textos que já utilizaram para estudar para os seminários, leiam o texto (clique aqui) INTEGRAÇÃO DE MÍDIAS NOS ESPAÇOS DE APRENDIZAGEM, do Prof. Luís Paulo Leopoldo Mercado. Páginas 17 a 44.

Leiam. Estudem. Não será permitido uso de matérias de apoio (livros, textos, apostilas, etc.).

Qualquer dúvida, estou a disposição.

sábado, 11 de janeiro de 2014

Sobre o sistema de notas da UFAL

Olá pessoal,

para tirar as dúvidas, vamos ver o regimento da UFAL.
(Clique aqui para ler na íntegra)

Destaco os artigos 43, 44 e 45


Art. 43. A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética, apurada até centésimos, das notas obtidas nas 02 (duas) Avaliações Bimestrais. 

§ 1º Será considerado aprovado, livre de prova final, o discente que alcançar Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete). 

§ 2º Será automaticamente reprovado o discente cuja Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco). 

§ 3º O discente que alcançar nota inferior a 7,00 (sete), em uma das duas Avaliações Bimestrais (AB), terá direito, no final do semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve a menor pontuação, prevalecendo, neste caso, a maior nota. 

Art. 44. O discente que obtiver a Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final (PF). 

Parágrafo Único - A Prova Final (PF) versará sobre todo o conteúdo da disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL. 

Art. 45. Será considerado aprovado com avaliação final, após a realização da Prova Final (PF), em cada disciplina, o discente que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco inteiros e cinco décimos). 

Parágrafo Único – O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis) e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro). 

Também informei sobre os procedimentos de avaliação em nossa 1ª aula. Recordam? Explanei todo o programa da disciplina, inclusive este tópico.

Pessoal, tenham sempre em mãos o regimento da universidade. Lá encontramos os direitos e os deveres de cada aluno e professor.

Desejo sucesso a todos!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Relação de alunos para Reavaliação - favor divulgar

Prezados alunos,

parabenizo os que concluíram a disciplina e desejo a todos muito sucesso na caminhada docente.
Recordem de nossas aulas, lembrem que vocês podem fazer a diferença.

Aqui divulgo a relação dos alunos que estão convocados para a REAVALIAÇÃO.
Caso alguém tenha alguma dúvida entre em contato via e-mail: fernando@ead.ufal.br

Conforme a legislação da Ufal, os alunos que não obtiveram nota AB1 + AB2 = 10 pontos está reprovado na disciplina e não tem direito a reavaliação ou avaliação final.

Consultem suas notas no Sistema Acadêmico.

Alunos para reavaliação:

CARLOS ALBERTO BARBOSA FERREIRA (pós revisão do nome na lista de matriculados)
DOUGLAS HENRIQUE ARAÚJO DOS SANTOS;
EDVALDO SILVA SOUZA

LUIS FILIPE DOS SANTOS NEVES


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Envio das atividades

Olá pessoal!

Até o momento só recebi 5 atividades.

Não deixem para a última hora. Quem enviar após ao meio dia de amanhã ficará sem nota.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Atividade final da disciplina

Olá pessoal,

Ano novo, vida nova.

Lembrem-se que está atividade corresponde ao dia 20/12/2013.

Data final para envio por e-mail: 10/01/2014. Impreterivelmente até as 12h (meio-dia).

1o - Assistir a vídeos da KHANACADEMY (http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/index.php) e escolham dois ou três, na área de física ou matemática.

2o – Transformar os links destes vídeos em QR CODE.
Existem vários sites que fazem isso, como o http://www.visualead.com/qurify2/pt/  ou nohttp://www.seomeu.com/qrcodes/
3o – Distribuir folhetos com o QR CODE impresso entre alunos dos cursos de licenciatura em Matemática ou Física.
4o – Solicitar que estes alunos possam usar o QR Code e depois responder as perguntas abaixo:

a)    Seu curso:
b)    Período que está matriculado:
c)    Já conhecia a tecnologia QR Code? (   ) Sim   (   ) Não
d)    O vídeo que você assistiu lhe ajudou no entendimento do assunto abordado?
(   ) Concordo totalmente (   ) Concordo (   ) Indiferente (   ) Discordo (   ) Discordo Totalmente
e)    Qual sua opinião sobre a possibilidade de usar a internet para aulas de física e matemática?
(   ) Concordo totalmente (   ) Concordo (   ) Indiferente (   ) Discordo (   ) Discordo Totalmente

Obs: cada aluno de nossa turma deverá apresentar entre 5 a 15 questionários respondidos. Atenção para não repetirem os dados. Antes de solicitar que a pessoa responda, perguntem se já participaram desta atividade. Eles deverão ter o QR CODE instalado (ajudem neste processo) e como em alguns lugares da Ufal é possível acessar a internet, eles deverão assistir (de preferência) na Ufal.

Vocês deverão me encaminhar por e-mail (fernando@ead.ufal.br) os questionários respondidos até o dia 10/01/2014, impreterivelmente até ao meio dia (12h) juntamente com um parágrafo relatando a experiência da realização da atividade. Dia 14/01 irei postar no Sistema Acadêmico as notas de vocês.

Dúvidas?

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Lançamento da plataforma Escola Digital

Disponível em: http://porvir.org/blog/lancamento-da-plataforma-escola-digital/20131210

Inspirare e o Instituto Natura lançaram nesta terça-feira (10), a plataformaEscola Digital, um buscador aberto e gratuito de recursos digitais pedagógicos. No portal, já é possível encontrar mais de 1,5 mil recursos virtuais, como vídeos, áudios, games, livros digitais, aplicativos, infográficos e outras ferramentas que podem ser utilizadas, a favor do aprendizado, por educadores e estudantes de todo o país.
Durante o evento oficial de lançamento, realizado em São Paulo, mais de 70 convidados puderam conferir, em primeira mão, todas as funcionalidades da plataforma que já conta com mais de 1600 objetos digitais. A construção do portal contou com a parceria do Instituto EducaDigital, do TIC Educa e daSEE-SP (Secretaria de Estado de Educação de São Paulo), que ajudaram no mapeamento das ferramentas já existentes na rede.
crédito Marcos Suguio

“A plataforma representa uma enorme possibilidade de aproximar o mundo da escola do mundo digital onde se encontram os nossos filhos. Hoje, os ODAs [Objetos Digitais de Aprendizagem] estão espalhados na internet. Com a Escola Digital, buscamos agrupá-los no mesmo ambiente para incentivarmos ainda mais o seu uso pelo aluno e pelo professor”, afirma a diretora do Inspirare Anna Penido. Segundo ela, um dos principais objetivos da plataforma é facilitar o uso dos objetos como estratégias complementares ao ensino.
“Com o mapeamento, fica mais fácil para os professores articularem os recursos digitais com os currículos escolares. Ele acaba se tornando umdesigner do currículo”, diz Anna. O trabalho de curadoria feito na construção da plataforma também é destacado por Françoise Trapenard, presidente da Fundação Telefônica. “Organizar a oferta é o primeiro passo para qualificar a demanda”, diz Françoise, mencionando o trabalho de seleção e disponibilização dos conteúdos.
Mapeamento
Para colaborar com o mapeamento dos recursos presentes na plataforma, foram convidados professores da rede pública. Cerca de 50 docentes vinculados à secretaria estadual de São Paulo garimparam grande parte das ferramentas. Eles também participaram da fase inicial de testes da plataforma, realizados há três meses. “Conhecemos a ideia do Escola digital em julho e em setembro começamos a concretizar a parceria. Nos aliamos ao projeto porque ele faz todo o sentido ao próprio caminho que a secretaria está construindo”, afirma Olavo Nogueira Filho, coordenador do programa Novas Tecnologias, Novas Possibilidades, que será lançado em janeiro pela SEE-SP.
Com o anúncio oficial do programa da secretaria estadual, que prevê a criação de uma plataforma nos moldes da Escola Digital, Nogueira espera utilizar todo o material já curado pelos professores da rede para ser disponibilizado no novo portal da SEE. “A ideia é customizarmos a Escola Digital de forma a contemplar 100% do currículo de São Paulo, criado desde 2007”, explica Nogueira.
A adaptação do conteúdo do Escola Digital será possível não apenas para a SEE-SP, como para qualquer secretaria ou até mesmo para o usuário, inclusive os pais de alunos interessados no acompanhamento das atividades escolares dos filhos. “Nosso desafio agora é com a próxima atualização, a ser feita no segundo semestre de 2014, criar mecanismos para a customização dos ODAs. Tudo isso para que alunos, pais e professores escolham seus objetos preferidos”, diz Anna, do Inspirare.
Enquanto a segunda versão ainda está sendo desenvolvida, o grande desafio da plataforma é chegar até os usuários. Uma das estratégias utilizadas é a aproximação das redes de ensino públicas brasileiras. “Nosso plano é oferecer a plataforma para as secretarias estaduais, por meio do Consed[Conselho Nacional de Secretários de Educação]. Em março, faremos uma reunião [com a entidade] e apresentaremos a plataforma. Mas de antemão, o secretário do Pará [Cláudio Ribeiro] já demonstrou interesse no uso da Escola Digital”, afirma Pedro Villares, presidente do Instituto Natura.
crédito Marcos Suguio

Professores
Convidada para o evento, a professora coordenadora do núcleo pedagógico de Geografia da SEE, Dulcinéia Ramos, explicou como se deveria utilizar os ODAs no cotidiano escolar. “Eles podem ser um diferencial quando utilizados para atingir os objetivos traçados pelo plano de aula. É importante, no entanto, que os professores acessem antes o recurso que ele pretende utilizar na turma e explique aos alunos o motivo pelo qual eles optaram por determinado objeto”, fala Dulcinéia.
Já outra palestrante do encontro, a professora de informática da rede municipal de São Paulo, Gislanie Batista, sugere que a aproximação com os objetos virtuais seja feita de forma gradual. “Os professores ainda não conseguem planejar a aula pensando no recurso. Eles têm dificuldade para contextualizá-lo em sua disciplina. Por isso, é preciso que os professores comecem aos poucos. Mas ainda assim, é preciso pesquisar e planejar antes da aula”, afirma.
Gislanie não deixa de destacar a “importância” dos professores se aproximarem mais do “mundo dos jovens”, imersos nas redes sociais e mais próximos da tecnologia. Essa ideia dos alunos já terem “nascido com a tecnologia”, também é defendida pela coordenadora de tecnologia educacional do Colégio Bandeirantes Cristiana Mattos. Durante o evento, ela destacou algumas das principais tendências em inovações educacionais. O uso de simuladores, de laboratórios virtuais, de realidade aumentada e o aprendizado com a utilização mais intensa das redes sociais foram algumas das ideias defendidas por ela.
“Nas redes colaborativas, os próprios alunos já criam seus grupos de estudos. Ela é apenas um exemplo que mostra que os estudantes de hoje querem criar seus próprios caminhos. E isso, a tecnologia já permite. Com a ideia da customização da plataforma e a possibilidade de ter acesso a ferramentas que permitem a criação de outros recursos digitais, os alunos se tornam mais protagonistas”, afirma Cristiana, uma das participantes na elaboração do relatório de tendências tecnológicas na educação Horizon Report, em sua versão brasileira.
crédito Marcos Suguio

Buscas
Funcionando como um buscador de recursos digitais já existentes criados por produtores de conteúdo, o grande diferencial da plataforma é oferecer, de forma mais intuitiva, a busca pelos recursos que podem ser utilizados como ferramenta pedagógica. Assim, o professor interessado em um objeto digital específico, para ser utilizado em sua aula ou para propor como tarefa de casa aos seus alunos, pode encontrar no portal a ferramenta mais adequada. Todos os objetos presentes no Escola Digital foram categorizados por disciplina, série, temas curriculares e também pelo tipo de mídia.
Já na busca mais refinada, é possível selecionar os recursos por outras categorizações. Assim, o usuário consegue filtrar os objetos por sua licença de uso – do copyright às diferentes combinações de liberdade para uso, compartilhamento e alteração –, e também por idiomas, ou seja, além de materiais em português, ele pode encontrar objetos em outras línguas, como inglês e espanhol. E mais: caso prefira, ainda poderá buscar conteúdos pela sua disponibilidade (on-line ou offline) ou se ele é gratuito ou pago.
A plataforma permite também, além do acesso organizado aos recursos, que empreendedores e investidores possam olhar para oportunidades de desenvolvimento a partir da utilização da plataforma, por meio da opção de visualização geral. Nela, por meio de gráficos, é possível verificar onde estão os gaps de conteúdos, quais anos e disciplinas ainda não apresentam muitas opções.